______________Criação e preservação de abelhas nativas e africanizadas_________________
23 de outubro de 2019
27 de fevereiro de 2019
Abelha Lambe Olhos
Leurotrigona muelleri (Lambe olhos)
Esta abelha nativa mede 1,5 mm e é considerada a menor abelha do mundo.Infelizmente mais uma que corre risco de extinção.
De ocorrencia natural no estado de São Paulo
Mais uma especie criada e preservada por nós do Apiário & Meliponário São Francisco
21 de agosto de 2018
A Importância do estado das caixas para o abrigo das abelhas
Você determina um local para as abelhas morarem, em que, na maioria das vezes, não foi de escolha das mesmas. Tanto no ambiente, quanto na caixa ninho.
As abelhas necessitam de uma temperatura ideal, umidade ideal, escuridão e segurança para se desenvolverem e atingirem o seu máximo. Tanto em reprodução como em produção.
Se você as colocam em uma caixa com buracos, vãos, feita de um material que mantem muito úmido ou muito quente o seu interior, elas vão perder muito tempo em reequilibrar o ambiente e deixarão de produzir, e mesmo de se reproduzir. No caso das africanizadas, há até mesmo o abandono da colméia.
Em meliponicultura a situação é ainda pior ...Muitas vezes compra-se enxames por serem mais baratos, por inexperiência ou na ânsia de ter "aquela raça" de abelha..... e que acaba vindo em caixas bem rústicas, finas, velhas e as vezes até com cupim...e então o tempo de vida útil dessa caixa vai ser bem menor, e você acaba por ter que mudar de caixa.
Para você transferir esse enxame para uma caixa nova é complicado. Não é tão fácil como nas africanizadas, que basta tirar os caixilhos e colocá-las na outra caixa e pronto.
Temos todo um serviço de remoção e intervenção manual de crias, potes com mel e pólen (que quando rompidos atraem forídeos, formigas, abelhas africanizadas, além da morte de cria e até a da rainha).
Não esquecendo de instalá-las em ambiente adequado:
Meia sombra para africanizadas e sombra para meliponas (sempre com cobertura para ambas)
25 de julho de 2018
13 de abril de 2018
3 de dezembro de 2017
Ora-pro-nóbis!! Tem floração rápida, mas muito frequentada por meliponas
Usada como cerca viva, ornamentação e alimento, a hortaliça se desenvolve em vários tipos de solo e é pouco explorada comercialmente
POR JOÃO MATHIAS | CONSULTORES NUNO R. MADEIRA E GEORGETON S. R. SILVEIRA*Onde se planta, nasce. Quando cresce, serve de proteção e alimento. Repleta de flores, ainda deixa o ambiente mais bonito. Por meio da hortaliça ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata), a natureza oferece múltiplos benefícios ao ser humano, o que seria motivo suficiente para a escolha de seu nome popular. Mas, conta-se que assim foi batizada pelo costume de ser colhida no quintal de uma igreja, para ser preparada para o almoço, quando o padre iniciava a reza final da missa da manhã.
"Rogai por nós" em português, ora-pro-nóbis é uma frase em latim nem sempre facilmente assimilada. Por isso, pode ser comum encontrar derivações dela, sendo por vezes chamada lobrobó ou orabrobó por agricultores de Minas Gerais, onde a planta é muito difundida na culinária local. Originária do continente americano, encontram-se variedades nativas dessa hortaliça perene, rústica e resistente à seca da Flórida, nos Estados Unidos, à região sudeste do Brasil. De fácil manejo e adaptação a diferentes climas e tipos de solo, produtiva e nutritiva, a ora-pro-nóbis é uma boa alternativa para produtores iniciantes no cultivo de hortaliças.
Ela pertence à família das cactáceas. Na idade adulta, sua estrutura em forma de arbusto torna-se uma excelente cerca viva, tanto para ser usada como quebra-vento quanto como barreira contra predadores. A existência de espinhos pontiagudos nos ramos inibe o avanço de invasores.
Perfumadas, pequenas, brancas com miolo alaranjado e ricas em pólen e néctar, as flores brotam na ora-pro-nóbis de janeiro a abril. De junho a julho, ocorre a produção de frutos em bagas amarelas e redondas. A generosa e bela floração é um ornamento ao ambiente, ideal para decoração natural de propriedades rurais, como chácaras, sítios e fazendas. A ora-pro-nóbis também pode ser plantada em quintais e jardins de residências. As folhas são a parte comestível da planta. Secas e moídas, elas são usadas em diferentes receitas, especialmente em sopas, omeletes, tortas e refogados. Muita gente prefere consumir as folhas cruas em saladas, acompanhando o prato principal. Outros as usam como mistura para enriquecer farinha, massas e pães em geral. Galinha caipira com ora-pro-nóbis é prato tradicional da culinária mineira. É servido cotidianamente nas cidades históricas do estado, como Diamantina, Tiradentes, São João Del Rey e Sabará, onde anualmente há um festival da hortaliça.
In natura ou misturada na ração, animais também aproveitam os benefícios das folhas da ora-pro-nóbis. Elas estão entre as que possuem maior teor de proteína, com algumas variedades chegando a mais de 25% da matéria seca. Na medicina popular, elas são indicadas para aliviar processos inflamatórios e na recuperação da pele em casos de queimadura.
RAIO-X
>>> SOLO: qualquer tipo
>>> CLIMA: tropical e subtropical
>>> ÁREA MÍNIMA: pode ser plantada em jardins e quintais
>>> COLHEITA: a partir de 3 meses após o plantio
>>> CUSTO: órgãos de extensão rural do município podem fornecer estacas
>>> SOLO: qualquer tipo
>>> CLIMA: tropical e subtropical
>>> ÁREA MÍNIMA: pode ser plantada em jardins e quintais
>>> COLHEITA: a partir de 3 meses após o plantio
>>> CUSTO: órgãos de extensão rural do município podem fornecer estacas
MÃOS À OBRA
>>> INÍCIO A variedade mais indicada para cultivo com fins comerciais é a que produz flores brancas. Elas podem ser fornecidas por órgãos de extensão rural ou em feiras de produtores.
>>> PLANTIO Sua rusticidade permite que seja cultivada em diversos tipos de solo, inclusive não exige que eles sejam férteis. A ora-pro-nóbis também se desenvolve em ambientes com incidência de sol ou meia--sombra. Inicie o plantio no começo do período das chuvas. A hortaliça é resistente à seca, mas o acesso à água nessa fase do cultivo estimula o crescimento dos ramos.
>>> PROPAGAÇÃO A ora-pro-nóbis é propagada por meio de estacas. Para conseguir melhor pegamento das mudas, use a região localizada entre as partes mais tenras e as mais lenhosas da haste. Corte cada estaca com 20 centímetros de comprimento e enterre um terço dele em substrato composto por uma parte de terra de subsolo e outra de esterco curtido. Após o enraizamento, transplante as mudas para o local definitivo.
>>> ESPAÇAMENTO Varia de acordo com a finalidade do cultivo. A ora-
-pro-nóbis pode ser usada como cerca viva, ornamentação e para consumo das folhas. Se a prioridade for o alimento, pode-se adensar o espaçamento, deixando de 1 a 1,30 metro entre fileiras e de 40 a 60 centímetros entre plantas. Mas as folhas podem ser consumidas em qualquer caso, mesmo se a destinação tiver fins ornamentais ou a construção de cerca viva.
>>> CUIDADOS Embora seja pouco exigente em adubações, mantenha bom nível de matéria orgânica no solo para um pleno desenvolvimento das plantas e boa produção de folhas. Faça manutenção a cada dois meses e execute podas dos ramos a cada 75 a 90 dias na estação chuvosa e a cada 90 a 100 dias na estação seca, quando a planta deve ser irrigada.
>>> PRODUÇÃO A partir de três meses após o plantio, pode ser iniciada a colheita das folhas da ora-pro--nóbis - após a poda dos galhos. As folhas devem apresentar de 7 a 10 centímetros de comprimento. Coloque luvas para a hora da coleta, a fim de evitar ferimentos pelos espinhos. Em geral, cada corte rende entre 2.500 e 5.000 quilos de folhas por hectare, variação que ocorre de acordo com a condução e a época de desenvolvimento da cultura.
>>> INÍCIO A variedade mais indicada para cultivo com fins comerciais é a que produz flores brancas. Elas podem ser fornecidas por órgãos de extensão rural ou em feiras de produtores.
>>> PLANTIO Sua rusticidade permite que seja cultivada em diversos tipos de solo, inclusive não exige que eles sejam férteis. A ora-pro-nóbis também se desenvolve em ambientes com incidência de sol ou meia--sombra. Inicie o plantio no começo do período das chuvas. A hortaliça é resistente à seca, mas o acesso à água nessa fase do cultivo estimula o crescimento dos ramos.
>>> PROPAGAÇÃO A ora-pro-nóbis é propagada por meio de estacas. Para conseguir melhor pegamento das mudas, use a região localizada entre as partes mais tenras e as mais lenhosas da haste. Corte cada estaca com 20 centímetros de comprimento e enterre um terço dele em substrato composto por uma parte de terra de subsolo e outra de esterco curtido. Após o enraizamento, transplante as mudas para o local definitivo.
>>> ESPAÇAMENTO Varia de acordo com a finalidade do cultivo. A ora-
-pro-nóbis pode ser usada como cerca viva, ornamentação e para consumo das folhas. Se a prioridade for o alimento, pode-se adensar o espaçamento, deixando de 1 a 1,30 metro entre fileiras e de 40 a 60 centímetros entre plantas. Mas as folhas podem ser consumidas em qualquer caso, mesmo se a destinação tiver fins ornamentais ou a construção de cerca viva.
>>> CUIDADOS Embora seja pouco exigente em adubações, mantenha bom nível de matéria orgânica no solo para um pleno desenvolvimento das plantas e boa produção de folhas. Faça manutenção a cada dois meses e execute podas dos ramos a cada 75 a 90 dias na estação chuvosa e a cada 90 a 100 dias na estação seca, quando a planta deve ser irrigada.
>>> PRODUÇÃO A partir de três meses após o plantio, pode ser iniciada a colheita das folhas da ora-pro--nóbis - após a poda dos galhos. As folhas devem apresentar de 7 a 10 centímetros de comprimento. Coloque luvas para a hora da coleta, a fim de evitar ferimentos pelos espinhos. Em geral, cada corte rende entre 2.500 e 5.000 quilos de folhas por hectare, variação que ocorre de acordo com a condução e a época de desenvolvimento da cultura.
*Nuno R. Madeira é pesquisador da Embrapa Hortaliças, BR-060, Km 09, Caixa Postal 218, CEP 70359-970, Brasília, DF, tel. (61) 3385-9000, sac@cnph.embrapa.br; e Georgeton S. R. Silveira é extensionista da Emater-MG (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais), Rua Raja Gabaglia, 1626, Gutierrez, CEP 30441-194, Belo Horizonte, MG, tel. (31) 3349-8000, portal@emater.mg.gov.br
Onde adquirir mudas: órgãos de extensão rural do município ou feiras de produtores podem fornecer estacas
Mais informações: o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), a Emater-MG e a Embrapa Hortaliças estão lançando o Manual de hortaliças não convencionais; informações sobre a edição podem ser obtidas na Emater-MG, portal@emater.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3349-8
Onde adquirir mudas: órgãos de extensão rural do município ou feiras de produtores podem fornecer estacas
Mais informações: o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), a Emater-MG e a Embrapa Hortaliças estão lançando o Manual de hortaliças não convencionais; informações sobre a edição podem ser obtidas na Emater-MG, portal@emater.mg.gov.br ou pelo telefone (31) 3349-8
Créditos: http://revistagloborural.globo.com (02 de Dezembro de 2013 | atualizado em 03/12/2013)
30 de novembro de 2017
Transferência de enxame de abelha jataí da isca pet para a caixa racional
Com o Mestre Ailton Fontana
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